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ARTIGO
- Nilson de Jesus Ericeira Sousa
Meu país e a “política” patética Não me surpreende os incidentes que acontecem em Brasília. Em Brasília, sede do poder da República Federativa do Brasil, capital do Brasil, centro do poder, que nasceu de forma planejada para gerir políticas, legislações, ações, e órgãos máximos fielmente vigilantes ao cumprimento das leis, para o desenvolvimento da nação brasileira, como símbolo maior entre as capitais, e não para fabricar, proliferar, dotar e adotar corruptos, mas paradoxalmente, hoje, Brasília também representa entre outros símbolos, o da capital de inescrupulosos “políticos” cujas práticas envergonham a nação brasileira. Eles vêm de todos os cantos deste país continental, entram e saem, discursam, professam: viva o povo brasileiro! Não são, todos, mas pudera, se fossem, a regra se tornaria menos interessante. O Brasil de Norte a Sul e de Leste a Oeste, em todos os poderes há hospedagem de ineficientes agentes públicos cujo respeito pela sociedade é inexistente. Esse é o pessoal que goza das benéfices e mordomias e que no mesmo momento quando estão na rapinagem, na égide de seus espíritos maus, milhões de brasileiros espremem o suor e sangue de seu corpo em forma de impostos para bancar mordomias e mandados inócuos, que não servem para nada, a não ser para eles próprios ou para um grupo de amigos ou familiares coniventes, lenientes e cegos a tudo que está a seu redor. Mas Brasília não é assim. Os brasileiros também não o são. O povo brasileiro é honrado, trabalhador e honesto. Esta á a regra. A exceção é o que fazem os hospedeiros de votos, políticos corruptos, que não dignificam a altivez desse povo. Esses “políticos” acabam não valorando nem mesmo a saliva gasta em seus lábios que parecem treinados para dizer o que eles imaginam que o povo quer ouvir e, dessa forma, continuarem fazendo da política um picadeiro tupiniquim. Política, em sua essência, nada tem a ver com desvio de recursos públicos, corrupção ativa ou passiva de quem quer que seja. Definiria a política como sendo a arte de conduzir o homem ao bem comum por meio de mecanismos que lhes possibilitem paz e harmonia na convivência social. Lembro-me quando o nosso presidente Lula, ainda militante da esquerda radical, vinha ao Maranhão fazer comícios na Praça Deodoro. Era uma euforia só! Milhares de pessoas se deslocavam à praça com um sentimento de transformações profundas na forma de governar brasileira. Ele, para mim, era um mito, um “milagreiro”, alguém em que eu me enxergava na minha luta e no meu olhar, às pessoas que mesmo sendo filhos da mesma pátria não tinham cidadania. Mas o tempo passou, nós mudamos, o presidente da república, antes militante e hoje presidente, não precisa mais que façamos militância igual soldados convocados a uma defesa justa e que incorporam o sentimento de nação a cada emboscada enfrentada. A praça está vazia, o eco do povo já não é mais o mesmo e, o discurso, ah, este também silenciou. Estamos carentes de líderes! O Brasil precisa disso, a juventude precisa reacender a chama de esperanças e continuar alimentando a nobre capacidade de se indignar. O jogo precisa ser jogado. Brasília nasceu para ser suprema e para abrigar pessoas de bem cujo símbolo representa a capital da República. Precisamos agir com mais rigor quando formos experimentados na política e na cidadania escolhendo melhor, presidente de associações de moradores, nossos vereadores, deputados, prefeitos, governadores, senadores e até o nosso presidente. Devemos nos imaginar no sofrimento do outro, na tolerância e constrangimento de nossos compatriotas e tirarmos as dúvidas possíveis para melhor nos orientar na hora do voto. O voto tem o seu valor útil durante a nossa construção de cidadania. É possível que não tenhamos bolas de cristal, mas muitas das nossas mancadas, que acabam prejudicando coletivamente a sociedade, poderiam ser evitadas, caso não fóssemos ludibriados por charlatões, enganadores, que muito bem disfarçam suas máscaras, usando cada uma delas conforme suas conveniências, geralmente de quatro em quatro anos, conforme a estação eleitoreira. O povo já é muito constrangido e ceifado em seus direitos, quando escapam e passam ao largo de seus lares direitos sagrados por leis universais. Não lhe basta à ausência de políticas públicas tão necessárias para uma vida em felicidade, harmonia e prosperidade, em comunidade, faltam-lhe mais: falta-lhe Estado. O que acontece de fato é que a impunidade tem gerado uma violência sem precedentes e, o custo disso, gera abismos intransponíveis, feridas incuráveis, cânceres intermináveis... O que acontece em Brasília lamentavelmente é comum no Brasil. Justo e admirável seria se os fatos recentes nos levassem a entendê-los como fatos isolados com expectativas otimistas em relação à administração pública. Mas não o é, pois o que tem acontecido é uma relação cíclica de corrupção na história política desta nação chamada Brasil. O Jurisconsulto Miguel Reale nos ensina na sua célebre obra, Lições Preliminares de Direito: “quando perdemos a idéia de valor perderemos a substância da própria existência humana”. Nilson de Jesus Ericeira Sousa Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e estudante de Direito
Escrito por nilsonericeira às 12h16
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ARTIGO
* Nilson de Jesus Ericeira Sousa Reminiscências ou histórias da alma Lembro-me quando pequeno, meu pai costurava capota de Jipe forte – era sapateiro por profissão -, fazia chuteira com travas de couro, botinas, polia sapatos para alimentar meus irmãos. Minha mãe, na cozinha, passava o café, mas era um café tão gostoso que quando o aroma vagava pela Rua da Franca e a notícia corria muitos amigos vinham prosear. Era Gentil Piancó, seu Horácio da Graça, prof. Rafael, Zequinha Ericeira, Marcelo, Constantino, Pedro de Aprígio, Eliziê, seu Nena, Wilson Cafusul e outros que não consigo lembrar. Meus avós de classe sociais bem distintas e nos amavam a sua maneira. Meu avô Pedro Ericeira exerceu influência política na cidade (foi vereador e vice-prefeito e formou chapa com o ex-prefeito Raimundo Prazeres, num duelo com o intelectual, grandíolo e bom filho de Arari, acadêmico José Fernandes). Já Meu avô Eulálio (avô por parte de meu pai Clemente), jazia com sua entrega de azeite de côco, ovos e banana no seu cavalo velho alazão. Mas é essencial nutrir de esperanças essa prole e esse encanto que nos formou íntegros, honestos, obedientes, diferentes no respeito às diferenças, mas submissos jamais. Na Fazenda Velha, que era de popriedade de meu inesquecível avô Pedro Ericeira, só sinto uma enorme saudade de quando ele chegava e que até o sabiá parecia notar a presença dele e de seus vaqueiros. Seu Pedro chegou! “Chove Chuva, chove chuva, para criar capim, para boi comer, ... para sabiá criar seus filhos”. O vaqueiro Mano Silva berra. As vacas mugem. O boi nelore faz continência abanando as orelhas e balançando o rabo ou por uma mutuca que o deixa inquieto ou como se quisesse anunciar que o vaqueiro vai campear e as vacas banda de ubre, cara-preta e malhada, três vaquinhas leiteiras de estimação, saíram porteira a fora. É preciso chegar mais cedo, mas a canoa pesa o rio corre e a prosa é comprida. Andorinhas beliscam as águas e a palmeirinha é vista com primeiro sinal de um porto seguro. Todos se alegravam num saudosismo que nenhuma canção, nenhum exílio traduz. Já meu avô Eulálio, recebeu de nós uma junção de palavras que bem traduz o seu amor: Palaio, é da formação do léxico de pai com o final da expressão Eulálio. Mas que em português mais bem posto: ele era brancarão, olhos azuis e pele avermelhada e quando falava a corrente com maior evidência entoava pelas fossas nasais. Suas plantas, seus bichos e sua horta complementavam sua renda e alimentavam sua vida. Algumas pessoas nem precisavam ser chamadas, pois eram atraídos pelo cheiro do café que minha mãe preparava. Era o café da zitan, tão bom quando o pão quentinho da padaria de Zé Ericeira. Eu meus irmãos brincávamos de um dia ser grande. Mas que utopia, meus pais têm uma complexão física desavantajada e que por muitas vezes fomos discriminados, não só por isso, mas pela carência material. Eu, o mais arrastado e moco, esperava o meu irmão “engenheiro” engendrar suas peças: seus carrinhos, gaiolas, geringonças, pontes, estradas, edifícios, palácios encantados e nossos times de botão. Eu estava certo. Pastor Riba, meu irmão, é teólogo, filósofo e garimpa almas para Deus. Nós tínhamos sempre os últimos modelos de automóvel da época: fusca, gordinho, [zé wilis], rural ou mesmo jipe de Salim Salomão que meu pai costurava os buracos da capota na sua máquina esquerda, que nos nutriu e hoje nos nutre destes referenciais eternos. Lembro-me com saudade! Pedro de Aprígio (meu compadre querido), que não está mais entre nós e que me considerava muito; Figueiredo com suas peripécias, ideologias e sua agulha matreira; Pedro de Zé Ericeira (Burué) insistente pretendia os últimos retoques no seu velho bute que meu pai deveria esmerilar ele fazer bonito na festa de Bom Jesus. Cirianinho, Zé de Fátima, Bistoca, Nonato, Adelino Fernando, Delegado, Jorge e Eliziê traziam as últimas notícias da CIA - Companhia Inimiga do Trabalho. Postavam-se o dia inteiro no pedaço de madeira que meu pai condecorou de “pau da paciência”. Quem não lembra de seu Dico Prazeres, o mais experiente dos jovens, padrista fiel que transpirava conhecimentos na sua vida ali já sessentona. Nas manhãs da Franca, Zé Melo exibia-se na sua bique ou em seu ford, Ataulfo, moço e afeiçoado e já servia à pátria, Bical (de quem guardo simbolicamente a minha primeira bola na minha infância), Maria Célia, Maria Antônia, Carmem, Altino, Adelino, César, Joãozinho e Nonato de Crispiano. Na mesma rua e ainda na mesma época, sob o aroma do café, dona Cândida acolhia filhos netos com seu coração infinito. Seu Bina e seu sax entoava notas eternas e decifráveis somente na alma. E dona Leonor cuidava zelosamente de filhos e netos e observava a patró que raspava a Rua da Franca e ainda segura a cerca de sua plantação. Mundicos, Zezinhos, Sarney, pedrinhos na algazarra da rua. Mas é preciso correr porque Bier ainda quer pescar no Tanueiro que a estrela dalva já saiu. O carvão ardia na palha de arroz queimada, os pássaros cantam de tristeza e engaiolados sofriam. A meançaba, o poste, o grupo, o tamarindeiro e os arizeteiros que contemplam o Mearim. Ele silencioso parece compartilhar dessa vida que nutre em nós. Os pés descalços deslizam no esmeril, os mandis exigentes e esnobes, ainda escolhem a isca. E lá no algodoal escuto tintinritim do martelo e faço a prece. Ninguém sabe onde estou! Num reino encantado, eu sou de Arari! Alegria, encanto, poesia, ternura, saudade e vida abundante numa placenta de amor incondicional. É desse berço que devo grande parte da minha formação. Nilson de Jesus Ericeira Sousa Poeta, jornalista, professor, psicopedagogo e estudante de Direito
Escrito por nilsonericeira às 17h15
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POEMARÁ
Recorte II Em tempos quaisquer Numa ótica De quem sempre enaltecerá o amor Num namoro que nem começou Na gênese Nessa gênese Eu sei foi Deus quem fez... E nessa eterna cantilena do namoro Nasce o Amor Nascem e crescem as relações Em novas atitudes Águas cristalinas Em impulsos Vibrantes neurônios Assim que o encontro se faz... Nilson Ericeira
Escrito por nilsonericeira às 13h03
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POEMARÁ
Recorte As lembranças nos remetem A essa procura interminável. Inquietude constante Em sentimentos que afloram Raios que convergem No sentido dos pólos de nós Sentimentos completos No Amor caminho Descaminhos Vida No mundo Contemplação... Os namorados Enamoram-se Festejados Pela natureza Em silêncio Escutando A voz do coração Num despertar Que em brados Festejam, escutam a voz Num verbo Com conjugação Abarca amantes Escultores do corpo Da alma E sono No despertar de quem nasce Do outro lado de mim. Nilson Ericeira
Escrito por nilsonericeira às 13h02
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O tempo não apaga
São coisas que o tempo não apaga. Têm encontros muito importantes em nossa existência. Fiquei muito feliz ao encontrar o poeta, professor, musicista, jornalista e funcionário público Ivandro Coelho. Trata-se de um dos grandes nomes do Maranhão. Ivandro Coelho participou da Comae – Conferência Maranhense de Educação, na condição de delegado pela regional de Chapadinha. O jornalista Ivandro Coelho é intelectual de primeira hora, com quem tive a felicidade de dividir muitas interações e ensinamentos na Ufma, quando cursávamos Comunicação, com especialidade em Jornalismo. Ivandro Coelho vive um momento muito feliz com o nascimento de sua filha. Ivandro eu vou esperar a letra da música de que te falei. Entendo ser este um momento muito propício. Entre o nosso diálogo eu propus reconhecermos a nossa geração de excelentes jornalistas! Parece brincadeira, mas num dado instante tive a impressão de que nossos hábitos não mudaram. São coisas que o tempo não apaga.
Escrito por nilsonericeira às 22h25
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EDUCAÇÃO DO MARANHÃO - COMAE

CONFERÊNCIA DE EDUCAÇÃO Fique por dentro Aconteceu nos dias 12 e 13 de novembro, no auditório do Uniceuma – Campus III – Anil, A COMAE, Conferência Municipal de Educação. No bojo das discussões: temáticas relacionadas à educação do Maranhão. Nesse sentido, a organização da Conferência dividiu em salas de I a V. No Eixo I – Justiça Social Educação e Trabalho: Inclusão Diversidade e Igualdade; no eixo II: Qualidade da Educação. Gestão Democrática e Avaliação; no Eixo II: Democratização do Acesso, Permanência e Sucessão Escolar; no Eixo IV Forma de Valorização dos Profissionais da Educação e no Eixo V: Financiamento da Educação e Controle Social. A próxima – De 25 a 27 de novembro, no Espaço Renascença – acontece a Conferência Maranhense de Educação – Etapa importante porque entre outros objetivos elege delegados para a Conferência Nacional. A exemplo da Conferência Municipal, que envolveu municípios da Região Metropolitana, cuja organização foi um sucesso, a etapa estadual promete. A abertura será às 17h e contará com a presença do Secretário de Estado da Educação Professor César Pires. Perto de 700 delegados participarão da Conferência. Serão representados o poder público, os movimentos sociais, entidades ligadas à educação de todos os municípios maranhenses. A temática é: “Construindo o Sistema Nacional Articulado de Educação: Plano Estadual de Educação, Diretrizes e Estratégias de Ação”. As Conferências Intermunicipais aconteceram nas 19 sedes das Unidades Regionais de Educação do Estado do Estado. Na Conferência estadual serão eleitos 70 delegados que deverão que irão representar o Maranhão na Conae – Conferência Nacional de Educação, que acontecerá de 28 de março a 1º de abril de 2010.
Escrito por nilsonericeira às 12h25
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POETIZAR
É essa vida! Que valeu a pena Mesmo com ausência de alguns Que valeu a pena pescar Correr, viver, amar... Sentar-se à sombra das árvores Passarinhar Correr nos campos que agora não existem mais Andar no sol quente Em vento morno Barriga colada na costela A fome doía A procura de alimentação Valeu viver a vida Falar a verdade, Mesmo que quebrassem os ossos Valeu seguir exemplos Respeitar, tomar bênção, Pegar não mão, sofrer junto. Valeu sufocar aquele velho grito no Peito Perfeita repressão... Valeu a pena falar, escutar e sumir Valeu a lápide, a pedra, a poeira, o chão Valeu o grito de gol mesmo que não o fosse Muito mais a torcida que o evento Muito mais as pessoas que suas ações Valeu a pena sorrir para aquela criança E muito moço. Senti-me sênior Muito mais forte e sem opressão Foi muito bom pular a cerca Dividir o pão E nessa vida beber todas as águas Ter certeza que outras sedes virão. Nilson Ericeira
Escrito por nilsonericeira às 16h57
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FRASE DO DIA
"O CLAMOR DO SILÊNCIO É BEM MAIOR E MAIS ELOQUENTE DE QUE OS GRITOS DE QUEM DISCURSA".
Escrito por nilsonericeira às 16h53
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EDUCAÇÃO DO MARANHÃO
CONFERÊNCIA DE EDUCAÇÃO ELEGE DELEGADOS Aconteceu nos dias 12 e 13 de novembro, no auditório do Uniceuma – Campus III – Anil, A COMAE, Conferência Municipal de Educação. No bojo das discussões: temáticas relacionadas à educação do Maranhão. Nesse sentido, a organização da Conferência dividiu em salas de I a V. No Eixo I – Justiça Social Educação e Trabalho: Inclusão Diversidade e Igualdade; no eixo II: Qualidade da Educação. Gestão Democrática e Avaliação; no Eixo II: Democratização do Acesso, Permanência e Sucessão Escolar; no Eixo IV Forma de Valorização dos Profissionais da Educação e no Eixo V: Financiamento da Educação e Controle Social. O Secretário de Estado da Educação abriu o evento conclamando a todos no envolvimento da educação do Maranhão. Também elogiou a organização do evento em nome de quem parabenizou a equipe, citando a professora Sônia Maciel pelo empenho, dedicação e responsabilidade com que tem conduzido às ações na Unidade Regional de Educação (URE) de São Luís. Na conferência Maranhense de Educação foram escolhidos os delegados à Conferência Estadual. Após esse momento houve a posse dos delegados e pose para foto oficial. As questões da Conferência foram amplamente discutidas e a participação dos atores do processo educacional se fizeram representar nas plenárias com direito a vez, voto e participação. A Conferência Estadual de Educação já está marcada para os dias 25, 26 e 27 de novembro. No encerramento da Conferência as professoras Sonia Maciel, Lúcia Helena (Gestora da URE de Rosário) e Narcisa Enes agradeceram a presença de todos.
Escrito por nilsonericeira às 18h59
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Tintinritins!
No dia 08 de novembro, fiz aniversário, a data foi comemorada ao lado de meus pais, meus irmãos, meus sobrinhos, e minhas amigas Joana e Elisamar. Algo de diferente aconteceu. Apesar de quando os filhos se tornam adulto cada um vai para o seu lado. Ontem foi assim: como um encontro daqueles de infância que fazemos na hora do almoço ou do jantar. Naquela alegria! Tornamo-nos meninos outra vez! Sinto-me muito feliz quando em datas assim, ladeiam-me pessoas cujos presentes são os que menos significam, aliás, tenho mania de fazer mais questão da presença e troco sempre o presente pela presença da pessoa amiga. Aquela que ama e que faz questão de você da maneira que você é. Sem tintinritins. A áurea - Tenho uma idéia de como era a vida de meus pais quando eu nasci. Foi na Rua da Franca, em Arari, na Casa do senhor Manoel de Sousa, que era alugada para a nossa família. Depois nos mudamos para a outra casa na mesma rua. Meu pai era sapateiro e pescava para complementar a “renda”. Naquele dia 08 de novembro de 1962, minha mãe me conta que foi uma alegria só. Dona Àurea, a parteira, me pegou pela primeira vez e daí em diante só deu eu! Pretensioso não! Depois fui acolhido por outras mães: mãezinha, minha avó, Biô e Tereza de Azin que me amamentou. Eu era levado da breca, como dizia meu avô Palaio. Tenho dito que sou um milagre de Deus! Luta - Depois veio o impaludismo - malária infecção causada por protozoário do gênero Plasmodium, transmitida pela picada de mosquitos e que se caracteriza por calar frios e febre - aquela febre [braba] que alguns chamam de Sezão e também muita luta contra a nanição, subnutrição. Um pedido - Se eu tivesse que fazer um pedido a Deus eu pediria para proteger meus pais e vigiar meu filho eternamente, onde quer que ele vá. E que a primeira e a última flor da minha vida nunca se espalhe em pétalas e sim, em essências. Nada de material me agrada, aliás, estou com a síndrome de abstinência à hipocrisia. As coisas são para serem usadas e as pessoas para serem amadas. No cardápio – A lembrança de amigos que nunca me esquecem e muitas gargalhadas. Eu confesso que já fui mais solitário. O tamanho da solidão era exatamente igual ao tamanho do que eu pensava que merecia. A solidão depende muito de quem estamos acompanhados e de que forma estamos gerindo a nossa vida. Essa é a receita! Os amigos são amigos independentes da crise que se evidencia. Não move o pé nem nas catástrofes e nem no oases. À minha mãe Eliesita Ericeira – A certeza do amor que ela sente por nós, seus filhos. Essa plenitude no falar e no agir igual a uma pessoa sapiente e bondosa cujo coração suporta a dor com simplicidade. A ela os ensinamentos e a humildade que quero ter a vida inteira, a ela eu dedico todas as minhas glórias. Quando eu rio eu penso que rio por ela. Quando eu me imagino inseguro eu lembro de cada gesto, de cada frase e de tudo que me passou. Minha mãe é a minha vida.
Escrito por nilsonericeira às 18h58
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A EDUCAÇÃO DO MARANHÃO
A Escola Santa Tereza é entregue a comunidade O Secretário de Estado da Educação, professor César Pires, entregou nesta sexta-feira 06, às 10h, a Unidade Integrada Santa Tereza. Trata-se de mais uma escola totalmente reformada e entregue no atual governo e que fica localizada na Cidade Operária. Ressalta-se que a Unidade Integrada Pedro Alvares Cabral também passou por ampla reforma. Esta escola localiza-se na Avenida 01 do Jardim América, Cidade Operária. A escola Padre Newton Pereira está entre as escolas em que o governo autorizou a reforma e que as empresas já assinaram a ordem de serviço. A escola Santa Tereza foi totalmente reformada e ainda ganhou duas quadras, uma poliesportiva e uma de piso de areia. No momento da entrega da escola o secretário de educação ainda apresentou a ordem de serviço de cerca de dez prédios escolares. No momento, os representantes das empresas responsáveis pelas reformas, assinaram a ordem de serviço. Estavam presentes nessa solenidade, professores, alunos pais de alunos, gestores das escolas estaduais e autoridades da Seduc que o acompanharam. A diretora da Unidade Santa Tereza, foi à primeira autoridade a se pronunciar. Ela disse que estava emocionada e muito feliz e que aquela ação se traduz na luta de todos que constroem a escola, mas reconheceu o empenho do secretário César Pires. O secretário por suas vez esclareceu que não abre mão da política de educação que tem sido disseminada no Maranhão, no governo da governadora Roseana Sarney. Entre outros aspectos fez questão de enfatizar o aspecto pedagógico no contexto educacional, porém também se referiu à ambiência da escola como fator agregador desses valores que sustenta a educação de boa qualidade. Percebe-se que na Escola Santa Tereza um ambiente agradável. Momento antes da entrega da escola pela autoridade da educação estadual, alunos lanchavam num dos pátios cobertos da escola. Percebia-se a ordem e a disciplina dos estudantes que, enfileirados tomavam o lanche. Nesse dia os alunos lancharam pão e suco. (Foto do registro dos alunos na hora da merenda)
Escrito por nilsonericeira às 21h49
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A UNIDADE INTEGRADA SANTA TEREZA - ASPECTO EXTERNO DA ESCOLA. MOMENTO ANTES DA SOLENIDADE DE ENTREGA DA ESCOLA À COMUNIDADE.
Escrito por nilsonericeira às 21h36
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ESCOLA É ENTREGUE PELO GOVERNO DO MARANHÃO

Escrito por nilsonericeira às 21h18
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POETIZAR
Um amor assim Amor é assim, Jasmim. Entra e sai Fica e olha em mim. No peito, Amor! Nos olhos, Os olhos meus. Na minha imaginação, Há todo o momento dela em mim! É uma flor! Essência, só. Quem é essa flor menina. Que anda em mim, Circula. Está no meu sangue corrente, É meu corpo. Ela sou eu em mim. Minhas vozes, Meu encanto, Com vozes, Aplausos. Sons, Cores E formas. Indescritíveis. É esse todo decifrável na alma Que não é pequena É vida em mim. Nilson Ericeira
Escrito por nilsonericeira às 11h19
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POETIZAR
Encaixe desencaixe Deforma Conforma Informa Peforma Transforma Desforma Forma Fôrma Formação Formatura Informa Ismo Conforme Disforme Transforme Forme. Nilson Ericeira
Escrito por nilsonericeira às 19h06
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